TENSÕES E TRANSFORMAÇÕES: ENSINO DE HISTÓRIA, BNCC E O CASO DO COLÉGIO MILITAR DE CAMPO GRANDE

DOI:http:10.61270/2764-7641.2024.003

Danielle Luzia Ramos de Moraes Navarro
Mestre, Docente e Coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade Prime; Licenciada em Pedagogia (UNAES –
Anhanguera) e mestra em Ensino de História (PROFHISTÓRIA/UEMS).

Higor Batistela Zunta
2Docente do Curso de Pedagogia da Faculdade Prime; Licenciado em História (UCDB) e especialista em Gestão
Escolar e Coordenação Pedagógica (FACULDADE NOVOESTE).

Augusto Macedo de Carvalho
Pós Graduado em “Educação a Distância” (Especialização – Lato Sensu) da Faculdade Prime; Licenciado em
Pedagogia (UNIASSELVI).

RESUMO:
Este artigo analisa as transformações no ensino de História no Brasil, focando na implementação da BNCC e no Colégio Militar de Campo Grande (CMCG). O ensino de História, ao longo do tempo, passou de um enfoque conservador para uma abordagem mais crítica, mas a BNCC, ao padronizar o currículo, tem enfraquecido a reflexão crítica. No CMCG, a História é usada para reforçar valores militares e patrióticos, sem questionar as tensões sociais
e políticas do país. O artigo conclui que o ensino de História no Brasil está dividido entre formar cidadãos críticos e transmitir narrativas dominantes, destacando a necessidade de uma abordagem mais plural e reflexiva.
PALAVRAS-CHAVE: Ensino de História; BNCC; Colégio Militar.

ABSTRACT:
It is article analyzes the transformations in History teaching in Brazil, focusing on the implementation of the BNCC and the Colégio Militar de Campo Grande (CMCG). History teaching, over time, has moved from a conservative approach to a more critical approach, but the BNCC, by standardizing the curriculum, has weakened critical reflection. At CMCG, History is used to reinforce military and patriotic values, without questioning the country’s
social and political tensions. The article concludes that History teaching in Brazil is divided between training critical citizens and transmitting dominant narratives, highlighting the need
for a more plural and reflective approach.

KEYWORDS: History Teaching; BNCC; Military College.

1 Introdução

O ensino de História no Brasil tem se constituído como um campo dinâmico e, muitas
vezes, polarizado por disputas ideológicas e políticas. A disciplina de História, desde suas
primeiras incursões nas escolas, carrega um poder simbólico de formação de identidade, visão
de mundo e de valores sociais. Ao longo das décadas, o ensino de História foi transformado por
reformas educacionais que refletiam as alterações no cenário político e social do país. A base
das políticas educacionais, especialmente com a recente implementação da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC), é central para entender as mudanças no ensino de História, tanto
no que diz respeito aos conteúdos quanto à metodologia empregada nas escolas. Nesse sentido,
este artigo se propõe a analisar as tensões e transformações do ensino de História, com foco na
implementação da BNCC e no contexto específico do Colégio Militar de Campo Grande
(CMCG), refletindo sobre como a história é abordada, ensinada e utilizada como ferramenta de
conformação ideológica. Em particular, será investigado como a BNCC, ao estabelecer um
currículo comum para todo o país, lida com a diversidade de abordagens históricas e os
impactos dessa normatização no ensino de História no Brasil, com destaque para a visão do
ensino de História no CMCG.
2 O Ensino de História no Brasil: da Formação das Elites à Formação Crítica
O ensino de História no Brasil começou a tomar forma formal no século XIX,
especialmente após a criação do Colégio Pedro II (1837), que tinha como objetivo formar a elite
brasileira. O sistema educacional da época foi voltado para a formação das elites dominantes,
com ênfase na História como uma forma de exaltação do Estado e das tradições políticas e
culturais europeias. Esse tipo de educação reforçava a ideia de uma História voltada para os
interesses da classe dominante, com um forte caráter conservador e autoritário.
Com a República, no início do século XX, o ensino de História passou por uma reforma,
buscando consolidar a ideia de nação unificada e integrada, utilizando-se da História como um
instrumento de legitimação dos novos valores republicanos e nacionais. A escola, agora mais
inclusiva, passou a ter um papel importante na formação da identidade nacional. A história
passou a ser entendida não apenas como um conjunto de fatos passados, mas como um elemento
fundamental para o fortalecimento da unidade nacional e para a integração das diferentes
regiões e culturas do país (CAMPOS, 2007).
Durante a Ditadura Militar (1964-1985), o ensino de História foi profundamente
influenciado pela ideologia autoritária do regime. O currículo escolar tornou-se um meio de
controle social, com a imposição de uma História oficial que minimizava ou omitia os períodos
de repressão política, como os que ocorreram durante o golpe de 1964 e a própria Ditadura
Militar. A História foi então usada como um instrumento de manutenção do regime, exaltando
os feitos militares e a preservação da ordem social e política (FERREIRA, 2005).
Após o fim da ditadura, com a redemocratização dos anos 1980, o ensino de História no
Brasil passou por uma reavaliação e buscou tornar-se mais crítico e reflexivo. A disciplina
começou a ser utilizada como uma ferramenta para o exercício da cidadania, estimulando os
alunos a questionarem o passado e a se posicionarem diante das questões sociais e políticas do
presente. Isso se refletiu nas reformas educacionais da década de 1990 e na introdução de uma
abordagem mais pluralista e inclusiva nas escolas. A História passou a ser entendida como um
campo de conhecimento aberto a múltiplas perspectivas e abordagens, focando em uma visão
mais crítica e analítica da sociedade (BITTENCOURT, 2018).
No entanto, ao mesmo tempo que a História se expandia para uma visão mais crítica, a
implementação de reformas como a BNCC e o fortalecimento das escolas militares poderiam
sinalizar uma tentativa de revisão desses avanços. O ensino de História, em algumas escolas e
contextos, voltou a ser utilizado como um meio de transmitir uma versão oficial e homogênea
dos eventos históricos, com ênfase em valores conservadores e patrióticos. Essa transformação
no ensino de História é o que iremos explorar nas próximas seções.
3 A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e Seus Impactos no Ensino de História
A BNCC foi implementada no Brasil com o intuito de criar um currículo comum para
as escolas de todo o país, garantindo que todos os alunos tivessem acesso aos mesmos conteúdos
e competências, independentemente da região ou do contexto social. A BNCC visa assegurar
uma formação integral dos estudantes, com ênfase em habilidades e competências para a vida
profissional, social e pessoal (BRASIL, 2017). No entanto, essa padronização curricular
também tem gerado polêmicas, especialmente no que diz respeito ao impacto sobre a disciplina
de História.
A BNCC reorganiza o ensino de História no Brasil, definindo quais são os conteúdos essenciais que devem ser trabalhados no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. O currículo de História, de acordo com a BNCC, propõe-se a formar cidadãos críticos, mas a abordagem adotada, ao priorizar o desenvolvimento de competências relacionadas ao mercado de trabalho, acaba por reduzir a profundidade e a crítica que os conteúdos históricos podem proporcionar.
A História, nesse modelo, deixa de ser vista como um campo de reflexão crítica e se transforma
em uma disciplina voltada para a formação de indivíduos aptos a se inserirem no mundo do
trabalho (CUNHA, 2019).
Em relação ao ensino de História, a BNCC propõe uma abordagem que mescla conteúdos de várias áreas do conhecimento, como Geografia e Filosofia, e sugere que a História
deve ser ensinada de forma mais integrada com as demais disciplinas das Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas. De acordo com Zwirtes e Martins (2020), essa interligação de disciplinas
pode comprometer a especificidade do conhecimento histórico, enfraquecendo a análise crítica
e aprofundada dos eventos históricos. Para os autores, o ensino de História dentro da BNCC
tende a se tornar mais superficial, com ênfase na memorização de fatos e eventos, em vez de
promover uma reflexão crítica sobre as dinâmicas sociais e políticas do passado.
Nesse caminho, o ensino de História na BNCC também apresenta um modelo que foca
em temas considerados universais, como direitos humanos e cidadania, muitas vezes
negligenciando a diversidade de realidades locais e regionais. A abordagem mais genérica pode
ser um obstáculo para a compreensão das especificidades culturais e históricas de diferentes
regiões do Brasil, o que é essencial para uma formação integral do aluno, capaz de entender a
complexidade e as disparidades sociais do país (ZWIETES, 2020).
Além disso, críticos da BNCC, como Duarte (2001), apontam que o currículo imposto
pela base não permite que as escolas abordem a História de forma crítica, transformando-a em
um campo mais didático e utilitário, com pouco espaço para a reflexão sobre as relações de
poder, as desigualdades e as disputas ideológicas que caracterizam a História do Brasil.
4 O Ensino de História no Colégio Militar de Campo Grande
A criação do Colégio Militar de Campo Grande (CMCG), em 1993, inseriu-se dentro
do contexto mais amplo da educação militar brasileira, cujas origens remontam à fundação da
Academia Militar, em 1810 (ZUNTA, 2016). Como aponta Moura (2010), essa instituição
“herdou características da educação jesuítica”, transmitindo um forte compromisso com valores
como disciplina, hierarquia e patriotismo. A formação educacional das Forças Armadas no
4
Brasil, desde suas primeiras etapas, foi orientada para uma formação rígida, que buscava não
apenas a competência técnica, mas também a formação do caráter de futuros militares.
Esse modelo foi consolidado com a criação do Imperial Colégio Militar, em 1889, e, ao
longo do século XX, com a expansão das escolas militares, acompanhada da ascensão do papel
das Forças Armadas na sociedade brasileira. Como observa Cristiana (2012), a instalação do
CMCG “reflete a importância estratégica da região para as Forças Armadas”, especialmente
após a Guerra do Paraguai e a divisão do estado de Mato Grosso. Além disso, a instalação do
CMCG teve um impacto significativo na economia local, atraindo militares e civis e
movimentando o mercado de trabalho em Campo Grande (JOSÉ, 2014).
Desde sua inauguração, o CMCG tem se destacado não apenas pela formação
acadêmica, mas também pelo desempenho de seus alunos em avaliações nacionais, como o
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o que reforça a reputação da escola (ZUNTA,
2016). O Colégio Militar de Campo Grande (CMCG) integra a rede de escolas militares
mantidas pelo Exército Brasileiro, oferecendo uma proposta pedagógica voltada para a
formação de jovens baseados nos princípios da disciplina, respeito à hierarquia, ordem e
patriotismo (ZUNTA, 2016).
Essas instituições não se limitam a fornecer uma educação acadêmica convencional,
mas também desempenham um papel importante na promoção de uma identidade militar e
nacionalista entre seus alunos. No caso do ensino de História, isso implica em uma abordagem
que privilegia a construção de uma narrativa que exalta os feitos heroicos das Forças Armadas
e as glórias nacionais, frequentemente desconsiderando as contradições e os conflitos sociais
que marcam a história do Brasil.
O ensino de História no CMCG segue a lógica do ensino militar, que visa formar
cidadãos comprometidos com os valores da ordem, da segurança e da estabilidade social. Nesse
contexto, a História não é tratada apenas como uma disciplina acadêmica, mas como um meio
para reforçar os valores militares e nacionais. A narrativa histórica construída nas escolas
militares tende a ser oficial, conservadora e exalta momentos históricos em que as Forças
Armadas desempenharam papéis centrais, como as glórias militares e a construção do Estado
brasileiro. Tal abordagem do ensino de História no CMCG segue a tradição das escolas
militares, priorizando a exaltação da ordem e da hierarquia. A História é apresentada de forma
a valorizar a coesão social, a estabilidade política e o respeito à hierarquia, destacando
momentos em que as Forças Armadas desempenharam papéis centrais, como a Proclamação da
República e a Ditadura Militar. Como ressalta Carvalho (2015), o ensino de História nas escolas
5
militares tem como objetivo reforçar um patriotismo que se baseia na celebração das figuras
militares e eventos históricos que exaltam o poder e a ordem, sem abordar criticamente as
desigualdades sociais e os aspectos mais problemáticos da história nacional.
Segundo Carvalho (2015), o ensino de História nas escolas militares é marcado pela
exaltação dos momentos históricos que envolvem a formação do Estado brasileiro e a atuação
das Forças Armadas na preservação da ordem. A figura de heróis militares, como Duque de
Caxias e Marechal Rondon, é constantemente enaltecida, enquanto aspectos mais críticos da
história, como os abusos cometidos durante o regime militar, são minimizados ou omissos. Isso
reflete uma abordagem que favorece uma formação autoritária, desconsiderando as diversas
vozes e histórias que compõem a trajetória do Brasil (OLIVEIRA, 2019).
Com a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2017, o
CMCG passou a seguir novas diretrizes para o ensino de História. Embora a BNCC tenha
introduzido mudanças na estrutura curricular, a abordagem metodológica no CMCG permanece
amplamente inalterada. O ensino de História continua a ser uma ferramenta de reforço dos
valores militares, sem uma crítica profunda sobre os aspectos sociais e políticos dos eventos
históricos.
A adaptação da BNCC nesse contexto reflete uma visão unificada e homogênea da
História, onde a narrativa oficial predomina, enfatizando a formação de uma identidade
patriótica e militarista. A História, assim, é utilizada como um instrumento de conformação
social, em detrimento de uma visão mais plural e crítica do passado (SILVA, 2020).
A implementação da BNCC trouxe uma ênfase no desenvolvimento das
“competências”, em detrimento do pensamento crítico, o que contribuiu para aprofundar um
problema já existente nas escolas militares: a utilização da História como uma ferramenta de
conformação ideológica e social. Como observa Oliveira (2019), a BNCC “deixou de ser uma
ferramenta de emancipação para ser um instrumento de conformação”, pois não promove o
questionamento das estruturas de poder que perpetuam desigualdades sociais e raciais.
No CMCG, a BNCC exacerba esse processo, pois a escola sempre operou com uma
visão autoritária da educação. A História é tratada como uma ferramenta de legitimação de um
passado favorável à estabilidade e à ordem, sem permitir uma problematização das contradições
sociais e políticas. Silva (2020) enfatiza que “os colégios militares valorizam um patriotismo
acrítico e excludente”, onde temas como o racismo e a escravidão são negligenciados ou
abordados superficialmente. Assim, a abordagem histórica nos colégios militares tende a criar
6
uma narrativa homogênea e simplificada, em que a crítica social e as tensões históricas são
ignoradas.
A mudança trazida pela BNCC também afetou o papel do professor nos colégios
militares. O educador, que deveria ser um facilitador da reflexão crítica e da emancipação dos
alunos, passou a ser visto mais como um executor de um currículo rígido. Esse modelo, como
lembra Freire (1996), “limitou as reflexões que abrem horizontes para a emancipação humana”,
ao privilegiar a conformidade em vez da crítica. Nesse cenário, o ensino de História nos colégios
militares deixa de ser um meio de transformação social e passa a reforçar um sistema
educacional e social hierárquico e excludente.
O ensino de História no Colégio Militar de Campo Grande, assim como em outras
escolas militares do Brasil, se distanciou da ideia de promover uma reflexão crítica sobre o
passado, transformando-se em uma ferramenta de conformação ideológica. A exaltação de um
patriotismo acrítico e a ausência de uma problematização das contradições sociais e políticas
culminaram em um ensino de História que reforça práticas autoritárias e conservadoras. Em vez
de ser uma ferramenta de transformação social, o ensino de História se tornou um meio de
legitimação de um passado idealizado, simplificado e distante das complexidades e
contradições da realidade histórica.
Considerações Finais
O ensino de História no Brasil tem sido moldado por uma série de tensões e
transformações, refletindo as disputas políticas, ideológicas e sociais que marcaram o país ao
longo das décadas. A implementação da BNCC trouxe desafios para o ensino de História, ao
buscar estabelecer um currículo nacional único, muitas vezes em detrimento de abordagens
mais críticas e pluralistas, negligenciando ou secundarizando os conteúdos da disciplina de
História.
Para Navarro e Santos (2023) essa secundarização pode ser concebida como um
processo de apagamento no ensino de História, especialmente nos documentos curriculares
como a BNCC, o que já tem sido analisado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas: Currículo,
História e Cultura (GEPEH/UFMS), no projeto ‘Currículo e ensino de História: sentidos e
significados de tempo passado, raça, etnia e diversidade em propostas curriculares’. Esses
estudos apontam que os apagamentos surgem no contexto da busca por fixação de sentidos por
7
meio de híbridos e recontextualizações (LOPES, 2006; GABRIEL, 2015). As conclusões
preliminares indicam que o ensino de História tem sido orientado por uma perspectiva
neotecnicista (FREITAS, 2013), o que resulta em um esvaziamento de sua função formativa e
compromete seu papel na promoção de projetos de emancipação. Em escolas como o Colégio
Militar de Campo Grande, a História se torna um instrumento de conformação ideológica,
exaltando os valores militares e nacionais em detrimento de uma análise crítica das tensões
sociais e políticas que marcam a trajetória do Brasil.
Portanto, o ensino de História no Brasil permanece em um campo de disputas, sendo,
por um lado, uma ferramenta de formação cidadã e crítica, e, por outro, um meio de transmissão
de valores e narrativas dominantes. O desafio futuro é equilibrar essas perspectivas, permitindo
que o ensino de História no Brasil seja mais inclusivo, plural e reflexivo, sem cair na tentação
de se transformar em um mecanismo de controle social.
REFERÊNCIAS
BITTENCOURT, Circe. Ensinar História: a construção do conhecimento histórico na
escola. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2018.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC, 2017.
CARVALHO, Regina. História e História Militar: o ensino de História nas escolas
militares brasileiras. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2015.
CAMPOS, João. História do Ensino de História no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007.
CRISTIANA, S. Educação Militar no Brasil: História e Perspectivas. São Paulo: Editora
Acadêmica, 2012.
CUNHA, Ricardo. A BNCC e os Desafios para o Ensino de História no Brasil. Porto Alegre:
Artmed, 2019.
DUARTE, Maria da Silva. A BNCC e os Caminhos para o Ensino de História. São Paulo:
Editora Brasil, 2001.
FERREIRA, Ana. A História e os Repressivos Anos de Ditadura no Ensino Brasileiro. Rio
de Janeiro: Revan, 2005.
JOSÉ, M. L. Colégio Militar de Campo Grande: Tradição e Excelência. Campo Grande:
Edições Militares, 2014.
MOURA, A. A Formação Militar no Brasil: Da Academia Militar ao Colégio Militar. Rio
de Janeiro: Edições Militares, 2010.
NAVARRO, Danielle L. R. M.; SANTOS, Maria A. L. Ensino de História, Educação Infantil,
Formação Continuada: Reflexões sobre a concepção de docência na BNCC. In: Anais do VI
Seminário Formação Docente – Intersecção entre Universidade e Escola: “Escola e
Universidade Pública em tempos de reconstrução”, Dourados/MS, 07 a 09 de agosto de 2023.

Disponível https://anaisonline.uems.br/index.php/seminarioformacaodocente/article/view/8984/8345
Acesso em: 25 maio 2024.

.OLIVEIRA, Paulo. A BNCC e as Mudanças no Ensino de História. São Paulo: Cortez, 2019.
SILVA, José Carlos. O Ensino de História nas Escolas Militares. Porto Alegre: Artmed,
2020.
ZUNTA, Higor Batistela. A História do Colégio Militar de Campo Grande – Mato Grosso
do Sul. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em História) – Universidade
Católica Dom Bosco, Orientadora: Eva Maria Luiz Ferreira.
ZWIRTES, Ricardo; MARTINS, Vera. A BNCC e seus Impactos na Educação Brasileira.
Curitiba: Editora UFPR, 2020.

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Faculdade Prime | Rua Brasil, nº 616, Bairro Monte Castelo, Campo Grande/MS – CEP 79010-230
    Desenvolvido por